Correia transportadora de grãos, motor, redutor e câmeras visual e térmica em uma instalação industrial. Cena ilustrativa.

COSMO / INTELIGÊNCIA INDUSTRIAL

O equipamento
continua rodando.
A COSMO acompanha
o desvio.

Visão computacional, termografia e integração de sinais para identificar alterações em equipamentos, processos e áreas críticas.

24/7 MONITORAMENTOCÂMERAS + SENSORESEVENTOS COM EVIDÊNCIAHISTÓRICO OPERACIONAL

01 / A planta em contexto

A operação não para para você olhar.
A COSMO acompanha enquanto ela acontece.

Motores, mancais, correias e transferências continuam operando mesmo quando ninguém olha para aquela câmera. A COSMO acompanha os pontos definidos e transforma alterações em eventos para a equipe responsável.

Vista da planta de grãos com motor em primeiro plano, mancal, correia e transferência.
01 MOTOR02 MANCAL03 CORREIA04 TRANSFERÊNCIA
Pontos visíveis na cena / túnel e área técnica completam o escopo do exemplo

COSMO / PLANTA EM CONTEXTO

Pontos monitorados
06
Em atenção
02
Crítico
01
Normal
03
05 / TÚNEL06 / ÁREA TÉCNICA

Exemplo de distribuição de condições. Túnel e área técnica não estão visíveis neste enquadramento.

02 / Termografia

O calor aparece antes
do problema ficar evidente.

Regiões de motores, mancais, redutores e painéis podem ser comparadas com referências definidas para cada equipamento. A leitura combina valor, diferença, crescimento, duração, recorrência e localização.

Representação de motor e mancal: imagem visual à esquerda e mapa térmico conceitual à direita.
010203
Visual + termografia conceitual · sem medição real

MOTOR M-03 / REGIÕES DE INTERESSE

ROI 03 · REFERÊNCIA 56 °C84 °C

↑ 28 °C acima da referência

EVENTO GERADO
Exemplo ilustrativo. Regras e limites são definidos por ponto.
Representação termográfica do mesmo motor, com regiões mais quentes no acionamento e mancal.
Imagem térmica + imagem convencional + contexto do equipamento

M03 / TEMPERATURA AO LONGO DO TEMPO

90°C75°C60°C10 min20 min30 min40 min

A tendência informa mais do que uma temperatura isolada.

↑ Tendência crescente no exemplo. A termografia depende de calibração, emissividade, distância e condições de leitura; os valores mostrados não são medições reais.

03 / Ativos rotativos

Um motor é um conjunto de pontos.
A COSMO acompanha cada um.

Motor, mancal, rolamento e redutor têm regiões e referências próprias. Temperatura, persistência e recorrência ajudam a orientar a inspeção do conjunto.

Conjunto de acionamento com motor elétrico azul, eixo, mancal e redutor.
Acionamento / selecione um ponto para acompanhar

PONTO 01 / ACIONAMENTO

Motor

Temperatura e comportamento do acionamento.

Referência
Por ponto
Resultado
Indício para inspeção
A leitura apoia a manutenção; não é um diagnóstico autônomo de falha.
01 / MOTORES

Temperatura fora do comportamento esperado

Acompanhe pontos definidos no motor e registre alterações persistentes para a equipe de manutenção.

02 / MANCAIS

Um ponto quente merece contexto

Compare a leitura atual com histórico e referência configurada no mesmo ponto.

03 / ROLAMENTOS

Variações térmicas orientam a inspeção

Registre tendência térmica e alterações recorrentes para orientar inspeção.

04 / REDUTORES

Calor, localização e histórico no mesmo evento

Relacione a condição observada ao equipamento correto e ao período de operação.

Detalhe de mancal de apoio do eixo de uma correia industrial.
MANCAL / ponto quente persistente
Detalhe do redutor acoplado ao acionamento industrial.
REDUTOR / temperatura e histórico

04 / Correias transportadoras

A correia começa a sair do eixo.
A IA acompanha o movimento.

A referência é definida no equipamento. Limites laterais, deslocamento e duração ajudam a distinguir uma oscilação de um desvio persistente.

Correia de grãos vista ao longo de suas bordas, com limites de análise sobrepostos.
CT-02 / limites e posição ilustrativos

COSMO / BELT MONITOR

CT-02

ALINHAMENTO / ATENÇÃO
Deslocamento
+38 mm
Tendência
Crescente
Duração
02:18
Derramamento
Não detectado
Valores ilustrativos. A conversão para milímetros exige calibração geométrica no equipamento.
CT-02 / POSIÇÃO DA CORREIASimulação conceitual · selecione uma condição
VISTA SUPERIOR / BORDA DA CORREIAREFERÊNCIA DO EQUIPAMENTO
Zona normalZona de atençãoZona crítica
NORMAL

Borda dentro da zona normal. A posição permanece próxima à referência configurada.

As zonas e a duração mínima são configuradas e validadas no piloto. A visibilidade, a velocidade e a posição da câmera limitam a análise.

DESALINHAMENTO

A posição saiu da referência.

A zona de interesse relaciona a borda da correia à posição esperada.

TENDÊNCIA

O deslocamento está aumentando.

A evolução e a duração ajudam a distinguir desvio persistente de oscilação.

DERRAMAMENTO

Produto apareceu fora da área esperada.

O evento aponta a zona, o horário e a evidência para inspeção.

RECORRÊNCIA

O mesmo ponto volta a apresentar o problema.

O histórico permite comparar ocorrências para orientar a manutenção.

05 / Derramamento

O primeiro grão
derramado importa.

A visão identifica produto fora da região esperada e associa a ocorrência ao trecho monitorado. A equipe recebe localização, horário e evidência para conferir a condição.

Grãos derramando pela lateral direita de uma transferência sobre a plataforma.
PRODUTO FORA DA REGIÃO
DESVIO / transferência 03

CT-02 / TRANSFERÊNCIA 03

Derramamento detectado

Horário
14:32:18
Zona
Lateral direita
Duração
01:14
Evidência
Imagem + vídeo

Poeira, iluminação, sobreposição do produto e enquadramento interferem na análise. A viabilidade é validada no ambiente real.

06 / Fumaça e risco térmico

Um sinal isolado chama atenção.
Vários sinais no mesmo local dão contexto.

Fumaça na câmera e elevação térmica no mesmo painel compõem uma ocorrência contextualizada. A equipe recebe os sinais associados ao local e ao período.

Reconstrução ilustrativa de fumaça saindo da ventilação de um painel elétrico.
FUMAÇA / VERIFICAR
CÂMERA / fumaça no painel Q03
Mesma vista do painel Q03 em representação termográfica conceitual.
Q03 / TEMPERATURA ↑
TERMOGRAFIA / temperatura crescente
CÂMERA + TERMOGRAFIA + LOCAL Q03COSMO / EVENT CORRELATION↓ EVENTO CRÍTICO PARA VERIFICAÇÃO

A COSMO atua como camada complementar de monitoramento. A solução não substitui detectores certificados, sistemas de combate a incêndio, sprinklers, centrais, brigadas ou os procedimentos de emergência da indústria.

07 / Túneis industriais

Dentro do túnel,
a câmera continua enxergando.

Correia, motores e circulação permanecem relacionados à região observada. O enquadramento define quais pontos e condições podem ser acompanhados.

Túnel de correia com motores, iluminação industrial e trabalhadores em circulação.
M04 / 62 °CPESSOA DETECTADAZONA B / NORMAL
TÚNEL 02 / cena ilustrativa

08 / Espaços confinados

Quem entrou. Quem saiu.
Quem ainda está lá.

Entrada, saída, contagem e permanência podem ser acompanhadas nas regiões visíveis. Uma condição persistente gera evento para verificação da supervisão.

Dois trabalhadores caminhando pelo acesso do túnel industrial, vistos por trás.
TÚNEL 02 / acompanhamento de presença

TÚNEL 02

Pessoas
02
Entrada
14:08
Tempo
32:14
Status
Monitoramento
Reconstrução ilustrativa de trabalhador deitado no piso do túnel, condição para verificação.
ZONA B / 18 s / VERIFICAR
POSSÍVEL PESSOA AO SOLO / evento para verificação

Obstruções podem limitar a contagem e a leitura de postura. A detecção visual apoia a supervisão; não substitui autorização de entrada, vigia ou procedimentos de resposta da operação.

09 / Segurança operacional

A mesma infraestrutura
pode acompanhar a área.

Presença, acesso, EPI e possíveis pessoas ao solo são condições configuradas por zona e horário. Cada evento leva evidência à supervisão.

Trabalhador com EPI
EVENTO PARA VERIFICAÇÃO
EPI / CONFERIR CLASSES
Pessoa em área técnica restrita
EVENTO PARA VERIFICAÇÃO
ZONA RESTRITA / PRESENÇA
Reconstrução ilustrativa de pessoa ao solo
EVENTO PARA VERIFICAÇÃO
POSSÍVEL PESSOA AO SOLO
Portão de acesso industrial aberto
EVENTO PARA VERIFICAÇÃO
ACESSO / PORTÃO ABERTO

10 / EPI por contexto

O equipamento de proteção
também entra no enquadramento.

As classes e regras de EPI são definidas conforme o ambiente e o risco da operação. Distância, obstruções e resolução precisam permitir a verificação dos itens previstos.

Trabalhador em manutenção com capacete, colete e luvas; óculos não confirmados no enquadramento.
TRABALHADOR 07
TRABALHADOR 07 / verificação ilustrativa

TRABALHADOR 07

Capacete
✓
Colete
✓
Óculos
! Verificar
Luvas
✓
Uma classe não confirmada exige revisão; não implica ausência do item.

11 / Eventos com evidência

Não é mais uma parede de câmeras.
É uma fila de ocorrências.

Evento, localização, horário e evidência chegam juntos. A equipe abre a ocorrência, verifica o trecho visual e registra a resposta.

COSMO / EVENTOSDados ilustrativos · selecione um evento
CRÍTICO

Temperatura crescente

Evidência do evento: Temperatura crescente
Local
Linha 01 · acionamento
Equipamento / área
Motor M03
Horário
14:32
Duração
04 min 18 s
Evidência
Imagem térmica + vídeo
Status
Em revisão
QUEM RECEBE / Manutenção

Comparar a tendência com a referência e avaliar a inspeção do motor.

12 / Antes, durante e depois

O alerta vem
com a evidência.

A equipe não recebe somente ‘há um problema’. Ela recebe o trecho visual que explica por que o evento foi gerado.

Transferência 03: quadro ilustrativo normal às 14:31:48.
NORMAL
14:31:48 / NORMAL
Transferência 03: quadro ilustrativo evento às 14:32:18.
EVENTO
14:32:18 / EVENTO
Transferência 03: quadro ilustrativo persistência às 14:32:48.
PERSISTÊNCIA
14:32:48 / PERSISTÊNCIA

Sequência ilustrativa de uma mesma transferência. A retenção e a janela de vídeo são definidas no projeto.

13 / Histórico operacional

O problema de hoje
pode explicar o de amanhã.

Eventos por equipamento, recorrência, duração e tempo de resposta apoiam a inspeção. Compare temperatura e desalinhamento com o histórico do mesmo ativo.

COSMO / HISTÓRICO OPERACIONALÚltimos 30 dias • dados ilustrativos

Eventos térmicos por equipamento

M03 / ↑ MAIOR RECORRÊNCIA
Duração média
04:18
Temperatura máxima
84 °C
Desalinhamentos
05
Resposta média
06:32
RECORRÊNCIA + DURAÇÃO + RESPOSTAO histórico apoia a inspeção e a revisão das referências do equipamento.

14 / Integrações

A COSMO não precisa substituir
o que já funciona.

Câmeras, NVR, termografia, sensores, PLC e SCADA podem fornecer sinais conforme as interfaces e permissões disponíveis.

Infraestrutura industrial com câmera, rack NVR, módulos PLC e telas de supervisão.
INFRAESTRUTURA EXISTENTE / fontes avaliadas no diagnóstico
CÂMERAS IP / NVR / RTSPimagem e vídeo
TERMOGRAFIAtemperatura por região
SENSORESleituras disponíveis
PLC / SCADAestado e velocidade
APIs / BANCOS DE DADOSregistros autorizados
MANUTENÇÃO / ALARMESocorrências e resposta
COSMO ENGINERelaciona fontes. Aplica regras. Registra.
IARegrasEventosHistóricoAlertasResponsáveis
↓ CENTRAL COSMO

A integração depende da interface disponível, modelo do equipamento, permissões de acesso e requisitos de segurança da operação.

15 / Correlação de sinais

Uma câmera mostra o que aconteceu.
A correlação ajuda a entender o contexto.

Estado do equipamento, condição visual, temperatura, zona e horário podem compor a mesma ocorrência. A origem de cada sinal permanece disponível para investigação.

CORRELAÇÃO 01
PLCCorreia ligadaVISÃOCorreia desalinhandoVISÃOProduto derramando
↓ EVENTO OPERACIONAL
CORRELAÇÃO 02
TERMOGRAFIATemperatura ↑CÂMERAFumaçaLOCALMesmo painel Q03
↓ EVENTO CRÍTICO
CORRELAÇÃO 03
CÂMERAPessoa detectadaZONAÁrea restritaHORÁRIOFora da janela
↓ EVENTO DE SEGURANÇA

Os sinais podem ser relacionados quando houver interface e autorização técnica. A correlação organiza evidências para avaliação; não executa uma parada ou comando industrial por conta própria.

16 / Central industrial

Uma operação.
Uma visão dos eventos que importam.

Equipamentos, câmeras, fontes e responsáveis se encontram na mesma visão. O evento mantém sua origem, sua evidência e o estado da resposta.

COSMO / CENTRAL INDUSTRIALDemonstração • dados ilustrativos
ATIVOS12monitorados
CÂMERAS48online
EVENTOS03em atenção
CRÍTICOS01para verificar
FONTES97%online
ARMAZENAGEMCT-02 / TRANSFERÊNCIA 03TÚNEL 02C01C02C03C04
Miniatura de câmera: M03
M03

Temperatura crescente / CRÍTICO

Miniatura de câmera: CT-02
CT-02

Desalinhamento / ATENÇÃO

Miniatura de câmera: TÚNEL 02
TÚNEL 02

Presença / MONITORAMENTO

FONTE → EQUIPAMENTO → EVENTO → RESPONSÁVEL → HISTÓRICO

17 / Da fonte à decisão

A evidência acompanha
cada etapa do evento.

Da observação à resposta, cada ocorrência conserva a relação com sua origem. A decisão permanece com quem conhece a operação.

01

Observar

Câmera, sensor ou sistema fornece o sinal.

02

Identificar

A IA encontra a condição configurada.

03

Contextualizar

Local, equipamento, duração e outras fontes são relacionados.

04

Alertar

A ocorrência chega ao responsável com evidência.

05

Validar

A equipe confirma ou descarta o evento.

06

Registrar

A resposta permanece no histórico.

18 / Aplicações

Escolha o ponto.
Defina a condição a acompanhar.

Cada aplicação parte de um equipamento ou área real, com visibilidade e critérios próprios de validação.

Aplicação industrial: correias.
01

Correias

Aplicação industrial: motores.
02

Motores

Aplicação industrial: mancais.
03

Mancais

Aplicação industrial: rolamentos.
04

Rolamentos

Aplicação industrial: redutores.
05

Redutores

Aplicação industrial: termografia.
06

Termografia

Aplicação industrial: derramamento.
07

Derramamento

Aplicação industrial: fumaça.
08

Fumaça

Aplicação industrial: túneis.
09

Túneis

Aplicação industrial: espaços confinados.
10

Espaços confinados

Aplicação industrial: epi.
11

EPI

Aplicação industrial: áreas restritas.
12

Áreas restritas

19 / Implantação em campo

Não começamos com toda a planta.
Começamos pelo problema que precisa ser comprovado.

Uma área, um ativo e uma condição verificável definem o início. Instalação e calibração antecedem a avaliação dos eventos pela operação.

Técnico instalando uma câmera industrial em estrutura metálica voltada à correia.
INSTALAÇÃO / enquadramento definido em campo
01

Diagnóstico

Mapear equipamentos, câmeras, pontos críticos, infraestrutura e objetivos.

02

Instalação

Posicionar câmeras, conectar sinais e conferir a qualidade das imagens.

03

Calibração

Ajustar enquadramento, regiões, parâmetros e regras.

04

Operação assistida

Acompanhar os eventos e corrigir falsos alertas.

05

Validação

Medir desempenho com a equipe responsável.

06

Expansão

Adicionar novos equipamentos, áreas e tipos de evento.

20 / Projeto-piloto

Primeiro, validar em campo.
Depois, ampliar o acompanhamento.

O piloto permite validar enquadramento, qualidade das imagens, regras, eventos úteis e comportamento dos alertas antes da expansão.

PILOTO INDUSTRIAL / ESCOPO ILUSTRATIVO

Área
Túnel 02
Equipamentos
04
Câmeras
06
Eventos configurados
08
Período
30 dias
Status
Operação assistida
EnquadramentoQualidadeRegrasEventos úteisValidação
Exemplo de escopo; quantidade, período e critérios de aceite são definidos com a operação.

21 / Limitações técnicas

A IA precisa enxergar
o que está sendo monitorado.

O desempenho depende do campo de visão, resolução, iluminação, distância, posicionamento, velocidade do processo, condições ambientais e qualidade dos sinais integrados. Cada aplicação deve ser validada no ambiente real antes da expansão.

CAMPO DE VISÃO / CONDIÇÕES DE LEITURA

CÂMERAATIVO VISÍVELOBSTRUÇÃOSEM LEITURAENQUADRAMENTO VALIDADO EM CAMPO
Conferir distância e resoluçãoRevisar iluminação e obstruçõesValidar no equipamento real
PoeiraVaporChuvaIluminaçãoObstruçãoVibraçãoDistânciaEnquadramentoTemperatura ambiente

A referência é o equipamento real.

Definimos regiões de interesse, condições de leitura e critérios de aceite junto à equipe. As imagens e os painéis desta página são ilustrativos; não representam medições ou eventos de clientes.

Equipamentos e correia de uma instalação industrial que podem ser avaliados em um diagnóstico técnico.

22 / O PRÓXIMO PONTO A ACOMPANHAR

Existe um equipamento
que você gostaria de acompanhar melhor?

Mapeamos o ativo, o processo, as câmeras disponíveis e os sinais existentes. A partir disso, definimos o que pode ser monitorado e como validar o resultado em campo.

01Equipamento02Condição03Evidência04Responsável05Validação