Temperatura fora do comportamento esperado
Acompanhe pontos definidos no motor e registre alterações persistentes para a equipe de manutenção.


COSMO / INTELIGÊNCIA INDUSTRIAL
Visão computacional, termografia e integração de sinais para identificar alterações em equipamentos, processos e áreas críticas.
01 / A planta em contexto
Motores, mancais, correias e transferências continuam operando mesmo quando ninguém olha para aquela câmera. A COSMO acompanha os pontos definidos e transforma alterações em eventos para a equipe responsável.

COSMO / PLANTA EM CONTEXTO
Exemplo de distribuição de condições. Túnel e área técnica não estão visíveis neste enquadramento.
02 / Termografia
Regiões de motores, mancais, redutores e painéis podem ser comparadas com referências definidas para cada equipamento. A leitura combina valor, diferença, crescimento, duração, recorrência e localização.

MOTOR M-03 / REGIÕES DE INTERESSE
↑ 28 °C acima da referência
EVENTO GERADO
M03 / TEMPERATURA AO LONGO DO TEMPO
A tendência informa mais do que uma temperatura isolada.
↑ Tendência crescente no exemplo. A termografia depende de calibração, emissividade, distância e condições de leitura; os valores mostrados não são medições reais.
03 / Ativos rotativos
Motor, mancal, rolamento e redutor têm regiões e referências próprias. Temperatura, persistência e recorrência ajudam a orientar a inspeção do conjunto.

PONTO 01 / ACIONAMENTO
Temperatura e comportamento do acionamento.
Acompanhe pontos definidos no motor e registre alterações persistentes para a equipe de manutenção.
Compare a leitura atual com histórico e referência configurada no mesmo ponto.
Registre tendência térmica e alterações recorrentes para orientar inspeção.
Relacione a condição observada ao equipamento correto e ao período de operação.


04 / Correias transportadoras
A referência é definida no equipamento. Limites laterais, deslocamento e duração ajudam a distinguir uma oscilação de um desvio persistente.

COSMO / BELT MONITOR
Borda dentro da zona normal. A posição permanece próxima à referência configurada.
As zonas e a duração mínima são configuradas e validadas no piloto. A visibilidade, a velocidade e a posição da câmera limitam a análise.
A zona de interesse relaciona a borda da correia à posição esperada.
A evolução e a duração ajudam a distinguir desvio persistente de oscilação.
O evento aponta a zona, o horário e a evidência para inspeção.
O histórico permite comparar ocorrências para orientar a manutenção.
05 / Derramamento
A visão identifica produto fora da região esperada e associa a ocorrência ao trecho monitorado. A equipe recebe localização, horário e evidência para conferir a condição.

CT-02 / TRANSFERÊNCIA 03
Poeira, iluminação, sobreposição do produto e enquadramento interferem na análise. A viabilidade é validada no ambiente real.
06 / Fumaça e risco térmico
Fumaça na câmera e elevação térmica no mesmo painel compõem uma ocorrência contextualizada. A equipe recebe os sinais associados ao local e ao período.


A COSMO atua como camada complementar de monitoramento. A solução não substitui detectores certificados, sistemas de combate a incêndio, sprinklers, centrais, brigadas ou os procedimentos de emergência da indústria.
07 / Túneis industriais
Correia, motores e circulação permanecem relacionados à região observada. O enquadramento define quais pontos e condições podem ser acompanhados.

08 / Espaços confinados
Entrada, saída, contagem e permanência podem ser acompanhadas nas regiões visíveis. Uma condição persistente gera evento para verificação da supervisão.

TÚNEL 02

Obstruções podem limitar a contagem e a leitura de postura. A detecção visual apoia a supervisão; não substitui autorização de entrada, vigia ou procedimentos de resposta da operação.
09 / Segurança operacional
Presença, acesso, EPI e possíveis pessoas ao solo são condições configuradas por zona e horário. Cada evento leva evidência à supervisão.




10 / EPI por contexto
As classes e regras de EPI são definidas conforme o ambiente e o risco da operação. Distância, obstruções e resolução precisam permitir a verificação dos itens previstos.

TRABALHADOR 07
11 / Eventos com evidência
Evento, localização, horário e evidência chegam juntos. A equipe abre a ocorrência, verifica o trecho visual e registra a resposta.

Comparar a tendência com a referência e avaliar a inspeção do motor.
12 / Antes, durante e depois
A equipe não recebe somente ‘há um problema’. Ela recebe o trecho visual que explica por que o evento foi gerado.



Sequência ilustrativa de uma mesma transferência. A retenção e a janela de vídeo são definidas no projeto.
13 / Histórico operacional
Eventos por equipamento, recorrência, duração e tempo de resposta apoiam a inspeção. Compare temperatura e desalinhamento com o histórico do mesmo ativo.
14 / Integrações
Câmeras, NVR, termografia, sensores, PLC e SCADA podem fornecer sinais conforme as interfaces e permissões disponíveis.

A integração depende da interface disponível, modelo do equipamento, permissões de acesso e requisitos de segurança da operação.
15 / Correlação de sinais
Estado do equipamento, condição visual, temperatura, zona e horário podem compor a mesma ocorrência. A origem de cada sinal permanece disponível para investigação.
Os sinais podem ser relacionados quando houver interface e autorização técnica. A correlação organiza evidências para avaliação; não executa uma parada ou comando industrial por conta própria.
16 / Central industrial
Equipamentos, câmeras, fontes e responsáveis se encontram na mesma visão. O evento mantém sua origem, sua evidência e o estado da resposta.

Temperatura crescente / CRÍTICO

Desalinhamento / ATENÇÃO

Presença / MONITORAMENTO
17 / Da fonte à decisão
Da observação à resposta, cada ocorrência conserva a relação com sua origem. A decisão permanece com quem conhece a operação.
Câmera, sensor ou sistema fornece o sinal.
A IA encontra a condição configurada.
Local, equipamento, duração e outras fontes são relacionados.
A ocorrência chega ao responsável com evidência.
A equipe confirma ou descarta o evento.
A resposta permanece no histórico.
18 / Aplicações
Cada aplicação parte de um equipamento ou área real, com visibilidade e critérios próprios de validação.












19 / Implantação em campo
Uma área, um ativo e uma condição verificável definem o início. Instalação e calibração antecedem a avaliação dos eventos pela operação.

Mapear equipamentos, câmeras, pontos críticos, infraestrutura e objetivos.
Posicionar câmeras, conectar sinais e conferir a qualidade das imagens.
Ajustar enquadramento, regiões, parâmetros e regras.
Acompanhar os eventos e corrigir falsos alertas.
Medir desempenho com a equipe responsável.
Adicionar novos equipamentos, áreas e tipos de evento.
20 / Projeto-piloto
O piloto permite validar enquadramento, qualidade das imagens, regras, eventos úteis e comportamento dos alertas antes da expansão.
PILOTO INDUSTRIAL / ESCOPO ILUSTRATIVO
21 / Limitações técnicas
O desempenho depende do campo de visão, resolução, iluminação, distância, posicionamento, velocidade do processo, condições ambientais e qualidade dos sinais integrados. Cada aplicação deve ser validada no ambiente real antes da expansão.
CAMPO DE VISÃO / CONDIÇÕES DE LEITURA
Definimos regiões de interesse, condições de leitura e critérios de aceite junto à equipe. As imagens e os painéis desta página são ilustrativos; não representam medições ou eventos de clientes.

22 / O PRÓXIMO PONTO A ACOMPANHAR
Mapeamos o ativo, o processo, as câmeras disponíveis e os sinais existentes. A partir disso, definimos o que pode ser monitorado e como validar o resultado em campo.