Torre de controle para frangos de corte

Cada galpão.
Cada lote.
Sob atenção.

Comportamento, peso, temperatura, reservas de ração e água: acompanhe o lote e o que o mantém abastecido. Câmeras, sensores e controladores também apoiam a vigilância do perímetro e os alertas de predadores.

GALPÃO 04 · AMBIÊNCIATemperatura em elevaçãoconferir estágio de ventilação
LINHA DE ÁGUAConsumo fora do padrãoevento pronto para verificação
● AMBIÊNCIA E VENTILAÇÃO
● PESO E UNIFORMIDADE
● ÁGUA E RAÇÃO
● ENERGIA E GERADORES
● ACESSOS E PREDADORES

02 / Inteligência artificial aplicada ao lote

A câmera acompanha o galpão.
A IA encontra o desvio.

A IA analisa as áreas visíveis das câmeras e relaciona os sinais conectados. Alterações persistentes na distribuição, atividade ou uso das linhas geram alertas com galpão, zona, duração e imagem para conferência.

Ilustração de câmeras e linhas de alimentação em um galpão com maior concentração de aves na lateral
DISTRIBUIÇÃO DAS AVESUma lateral concentrada.
Outras áreas pouco ocupadas.
Cena ilustrativa; a equipe investiga a causa do desvio
DETECÇÕES CONFIGURADAS POR GALPÃO E FASE As referências acompanham idade, horário e manejo. O descanso previsto no programa de luz, por exemplo, deve ser considerado na análise de atividade.
01 / DISTRIBUIÇÃO DO LOTE

Concentração e áreas pouco ocupadas

Destaque mudanças persistentes na distribuição e na atividade das aves para inspeção da zona afetada.

02 / ÁGUA E RAÇÃO

Menor presença nos comedouros e bebedouros

Compare o uso visual de trechos das linhas com leituras de consumo e estado dos equipamentos.

03 / AMBIÊNCIA

Calor, frio e comportamento no mesmo contexto

Relacione a distribuição das aves à temperatura e umidade medidas por zona. Limites e duração dos desvios seguem a fase do lote.

04 / ACESSOS TÉCNICOS

Passagem fora do horário autorizado

A IA observa portas, barreiras, áreas técnicas e horários configurados para sinalizar acessos que precisam de revisão humana.

05 / FUMAÇA E RISCO

Indícios visuais em áreas críticas

Condições visuais previamente definidas em painéis, depósitos e áreas críticas chegam com local e evidência para resposta.

06 / CRESCIMENTO E UNIFORMIDADE

Tamanho aparente comparado ao histórico

Tamanho aparente, distribuição e mudança ao longo dos dias podem ser comparados com pesagens e metas configuradas.

01A fonte observaimagem, sensor ou estado
→
02A IA identificacondição, zona e duração
→
03O evento chegaprioridade e evidência
→
04A equipe validaresposta e histórico

03 / Crescimento, peso e uniformidade do lote

A câmera acompanha a evolução.
A balança confirma o peso.

Acompanhe tamanho aparente, peso médio e ganho de peso ao longo do ciclo do lote. A análise visual é avaliada no piloto; balanças ou pesagens registradas fornecem a referência para comparar crescimento, idade e meta por galpão.

Ilustração de uma única ave sobre uma plataforma de pesagem, com câmera acima e outras aves no chão do galpão
VISÃO E PESAGEM INDIVIDUALUma ave na plataforma.
Um registro para comparar.
Ilustração; peso e uniformidade exigem pesagens válidas e representativas
O QUE PODE SER ACOMPANHADO Compare a evolução do lote com sua referência e localize desvios que justificam conferir pesagens, consumo e condições do galpão.
01 / TAMANHO APARENTE

Variação de tamanho nas áreas observadas

Com câmeras calibradas, avalie mudanças de tamanho aparente ao longo dos dias, considerando postura e sobreposição das aves.

02 / PESO MÉDIO

Média das pesagens válidas

Reúna pesagens automáticas ou manuais por lote e idade, com quantidade de registros e origem da amostra.

03 / UNIFORMIDADE

Diferenças que a média pode esconder

Pesagens individuais permitem calcular a dispersão dos pesos e a proporção na faixa definida. Imagens apoiam a inspeção das zonas.

04 / CURVA DE CRESCIMENTO

Peso medido e meta por idade

Compare a curva de pesagens à meta do lote. Projeções ou estimativas visuais, se validadas, aparecem identificadas.

05 / GANHO DE PESO

O ritmo de crescimento por período

Calcule o ganho médio diário entre pesagens comparáveis e identifique desacelerações. Grupos visualmente menores orientam a conferência.

06 / CONTEXTO DO DESEMPENHO

O desvio acompanhado dos sinais do galpão

Relacione a mudança de crescimento ao consumo, à ambiência e ao comportamento. A causa é investigada pela equipe técnica.

DA EVOLUÇÃO À VERIFICAÇÃO
OBSERVARtamanho e distribuição
→
MEDIRbalança e pesagens
→
COMPARARidade, meta e histórico
→
INVESTIGARzona, consumo e ambiência

04 / Monitoramento centralizado das granjas

Todos os galpões.
Uma central que sabe por onde começar.

Reúna granjas próprias ou integradas, com acesso por unidade e responsável. A central destaca galpões com desvios ativos, alertas sem resposta e equipamentos sem comunicação, com acesso ao detalhe de cada ocorrência.

Ilustração de uma unidade avícola com vários galpões, silos e vias internas
VISÃO DA UNIDADEVários galpões.
Cada um com seu contexto.
Ilustração da unidade; o painel ao lado exemplifica a central
01 / VISÃO DA REDE

Da granja ao galpão em atenção

Filtre unidades, lotes e alertas ativos. O responsável local recebe a ocorrência vinculada à sua área.

02 / PRIORIDADE DA IA

Prioridade conforme risco e tempo

Gravidade, persistência e falta de resposta orientam a ordem de atendimento definida com a operação.

03 / RECORRÊNCIA

Ocorrências repetidas entre unidades

Localize problemas semelhantes em vários galpões e direcione a investigação de equipamentos ou condições compartilhadas.

04 / EVIDÊNCIA

A origem de cada alerta ao alcance

Consulte câmera, sensor, horário e resposta registrada para verificar a situação junto à equipe local.

UMA LEITURA, QUATRO NÍVEIS
REDEtodos os galpões
→
GALPÃOzonas e condições
→
EVENTOregra e duração
→
EVIDÊNCIAimagem e validação

05 / Temperatura, umidade e automação

Temperatura por zona.
Controle conforme a fase do lote.

Acompanhe calor, frio e umidade por sensor e zona do galpão. A IA pode relacionar as leituras à distribuição das aves e ao estado da ventilação. Alertas e rotinas integradas seguem limites por idade definidos pela equipe técnica.

Ilustração de sensor ambiental suspenso próximo às aves, com linhas de alimentação e exaustores ao fundo
SENSOR AMBIENTAL E VENTILAÇÃOA leitura vem do sensor.
O controle segue a fase do lote.
Cena ilustrativa; posicionamento e limites são definidos no projeto
UMA CAMADA SOBRE O QUE A GRANJA JÁ POSSUI Ventiladores, bombas, iluminação e alarmes seguem rotinas definidas por galpão. O piloto verifica quais estados e comandos cada equipamento disponibiliza.
01 / TEMPERATURA

Calor ou frio fora da faixa do lote

Compare a temperatura em °C com os limites por idade e zona. Tendência, duração e diferença entre sensores orientam a inspeção.

02 / ENTRADAS E CORTINAS

Entradas de ar e cortinas na posição prevista

Relacione posição e pressão estática aos parâmetros do controlador para identificar ajustes ou manutenção necessários.

03 / UMIDADE E RESFRIAMENTO

Umidade junto da temperatura

Acompanhe a umidade relativa e o estado das bombas. Rotinas de resfriamento respeitam os parâmetros do controlador e a avaliação técnica.

04 / AQUECIMENTO

Aquecimento conforme a idade do lote

Acompanhe sensores e aquecedores por zona, com limites definidos pela equipe técnica para cada fase.

05 / ALARMES E ESCALONAMENTO

O responsável recebe local e motivo

Aviso local, sinalizador e painel seguem a prioridade do evento. Alertas sem resposta podem ser encaminhados à próxima pessoa da escala.

06 / ILUMINAÇÃO

Programa de luz por fase

Zonas, horários e intensidade podem ser acompanhados conforme o programa de luz e a infraestrutura disponível.

07 / BOMBAS E MOTORES

Falhas de acionamento ficam visíveis

Estado, falha e tempo de operação podem orientar avisos e comandos autorizados, mantendo a decisão crítica com o responsável.

08 / VENTILAÇÃO

Ventilação acionada, retorno confirmado?

Compare o estágio solicitado ao estado informado pelos ventiladores. Falta de retorno ou temperatura ainda fora da faixa mantém a equipe informada.

AUTOMAÇÃO GOVERNADA
REGRAS POR ZONAcada área responde de um jeito
ALÇADAS DE APROVAÇÃOquem pode autorizar cada ação
COMANDO MANUALa equipe continua no controle
HISTÓRICO AUDITÁVELevento, decisão, ação e horário

06 / Níveis de ração, água e abastecimento

Nível de ração e água.
Planeje a próxima reposição.

Saiba quanto há no silo e no reservatório, acompanhe o fornecimento e receba alertas no ponto de reposição configurado. Reserva medida, consumo histórico e entregas previstas ajudam a planejar o abastecimento de cada galpão.

Representação em corte de silo com ração e reservatório com água, mostrando as reservas e os componentes de medição
RAÇÃO E ÁGUA / CORTE ILUSTRATIVOO que há no silo.
O que resta no reservatório.
Corte didático; as leituras vêm de sensores e pesagem, não de visão através das paredes
ONDE A SOLUÇÃO ATUA Uma linha com baixo fluxo, um motor sem resposta e um silo perto do nível de reposição precisam de ações diferentes. O alerta informa o ponto afetado.
01 / NÍVEL DE RAÇÃO

Quanto há em cada silo

Visualize nível ou peso da reserva, conforme sensores ou pesagem calibrados e integrados. Configure pontos de reposição e reserva crítica por silo.

02 / RESERVA DE ÁGUA

Reservatório baixo ou sem recuperação

Nível mínimo e tempo de recuperação após o acionamento da bomba podem gerar alertas nos reservatórios instrumentados.

03 / CONSUMO DO LOTE

Água e ração fornecidas por período

Compare volumes e pesagens à idade, quantidade de aves e temperatura. Tempo de motor ligado, sozinho, não comprova consumo.

04 / AUTONOMIA ESTIMADA

Quanto tempo a reserva pode durar

Relacione estoque disponível ao consumo histórico para estimar a próxima reposição. A previsão muda com o lote e o ritmo de fornecimento.

05 / FALHAS NA DISTRIBUIÇÃO

Há reserva, mas a linha não recebe

Pressão, vazão, ciclos de motores e falhas de dosadores ajudam a localizar uma interrupção, conforme os sinais disponíveis.

06 / REPOSIÇÃO CONFIRMADA

A entrega aparece na leitura da reserva

Compare as medições antes e depois do abastecimento e registre o atendimento. Divergências orientam a conferência em campo.

DA ANOMALIA À NORMALIZAÇÃO
IDENTIFICARqual condição saiu da regra
→
CORRELACIONARfontes no mesmo período
→
RESPONDERresponsável e protocolo
→
COMPROVARretorno e histórico

07 / Energia e continuidade operacional

A falha acontece rápido.
A contingência precisa responder.

Com os sinais elétricos integrados, acompanhe falta de rede, partida do gerador, transferência e retorno das cargas. A prioridade é confirmar se ventilação, bombas e controladores continuam operando e avisar a manutenção quando houver falha.

Ilustração de gerador, quadros elétricos e tanque de combustível junto a galpões iluminados
GERADOR E QUADROS ELÉTRICOSA infraestrutura que sustenta
as cargas do galpão.
Cena ilustrativa; estados e falhas dependem dos sinais elétricos integrados
01
FALHA DA REDEquando a alimentação principal cai
02
PARTIDAgerador disponível e em regime
03
TRANSFERÊNCIAcarga assumida pelo circuito correto
04
CONFIRMAÇÃOequipamentos essenciais respondendo
PONTOS CRÍTICOS DA CONTINUIDADE A confirmação percorre toda a sequência: fonte disponível, transferência concluída e cargas essenciais em funcionamento.
01 / REDE E QUADROS

Falta, retorno e alarmes da rede

Registre interrupções, tensão e falhas de fase quando os medidores disponibilizarem esses sinais.

02 / GERADORES

Partida confirmada e falhas do gerador

Partida, carga, falha e tempo de operação ajudam a confirmar se a fonte alternativa realmente assumiu.

03 / TRANSFERÊNCIA

O circuito recebeu a fonte alternativa?

Acompanhe posição e tempo de comutação do quadro, com alerta quando faltar a confirmação prevista.

04 / NOBREAKS E BATERIAS

Disponibilidade durante a transição

Nobreaks e baterias de controle ajudam a sustentar comunicação, sensores e controladores durante a transição.

05 / COMBUSTÍVEL

Nível de combustível e reposição

Quando há medição, nível, consumo e tempo de operação ajudam a antecipar reabastecimento e escalonamento.

06 / TESTES PROGRAMADOS

Resultados dos testes e manutenção pendente

Histórico de testes, partidas e falhas ajuda a revelar manutenção pendente antes de uma contingência real.

EVENTOFalha na rede principalorigem, horário e duração
→
CONTEXTOFonte alternativa disponívelgerador, nobreaks e transferência
→
DECISÃOExecutar o protocoloconfirmar, escalar ou intervir
→
APRENDIZADORegistrar a contingênciaunidade, duração e resultado

08 / Incêndio e resposta a emergências

Fumaça na área técnica.
Localize e acione a equipe.

Em quadros, geradores, depósitos e áreas de aquecimento, reúna sinais visuais e alarmes disponíveis. O aviso informa local, câmera e equipamento para apoiar a resposta conforme o plano de emergência.

Ilustração de fumaça em quadro elétrico, câmera, detector e trabalhador comunicando a ocorrência por rádio
FUMAÇA EM QUADRO ELÉTRICOLocalize a ocorrência.
Acione a equipe responsável.
Ilustração de alerta; não representa uma instrução de intervenção
CONDIÇÕES QUE PODEM SER MONITORADAS A detecção visual é avaliada no ambiente real. Poeira, vapor, iluminação e obstruções precisam ser considerados na configuração dos alertas.
01 / FUMAÇA E CHAMA VISÍVEL

Indícios visuais com localização

Em áreas tecnicamente adequadas, a visão computacional pode destacar indícios visíveis e relacioná-los aos alarmes certificados disponíveis.

02 / SUPERAQUECIMENTO

Elevação térmica em equipamentos

Sensores em quadros, motores, geradores e painéis críticos podem gerar evento com histórico, tendência e imagem da área.

03 / PESSOA AO SOLO

Possível queda em área de serviço

Áreas técnicas, corredores de serviço e vias internas podem ter regras para aparente queda ou necessidade de assistência.

04 / VAZAMENTO E OBSTRUÇÃO

Líquido aparente e passagem bloqueada

Líquido, óleo, objeto caído ou passagem bloqueada podem ser destacados para inspeção antes de ampliar o risco.

05 / ROTAS E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

Obstrução de rotas monitoradas

Porta bloqueada, objeto na passagem ou acesso indevido podem gerar evidência para correção e auditoria da condição encontrada.

06 / ACESSO DURANTE ALERTAS

Presença em área técnica durante o alerta

Relacione acessos e imagens ao alerta ativo para apoiar a equipe na avaliação de quem está na área afetada.

DO SINAL À RESPOSTA
DETECTARcâmera, sensor ou sistema
→
ACIONARresponsável e protocolo
→
VERIFICARorigem e situação local
→
REGISTRARtempo, ação e encerramento

09 / Predadores, perímetro e biossegurança

Predadores no perímetro.
Localize a aproximação.

Câmeras voltadas para cercas, portões e laterais dos galpões podem sinalizar a aproximação de animais nas zonas definidas. Trecho de vídeo, local e horário orientam a inspeção das barreiras e o atendimento, junto dos alertas de acesso de pessoas e veículos.

Ilustração de cão do lado de fora da cerca de uma granja, com câmera e iluminação voltadas para o perímetro
APROXIMAÇÃO DE ANIMAISAnimal junto à cerca.
Uma zona para verificar.
Cena ilustrativa de alerta de perímetro, sujeita à conferência da equipe
O QUE PODE ENTRAR NA FILA DE REVISÃO Animal perto da cerca, portão aberto e entrada não autorizada exigem verificações diferentes. O alerta informa a zona; o histórico ajuda a priorizar a revisão das barreiras.
01 / VEÍCULOS E PORTARIA

Veículos fora do horário autorizado

Entrada, permanência e saída podem ser comparadas com janelas autorizadas e o protocolo definido para cada tipo de veículo.

02 / BARREIRA SANITÁRIA

Passagem pela barreira sanitária

Confira etapas visíveis da rota e do tratamento de veículos conforme o protocolo local. Imagens não comprovam a eficácia da desinfecção.

03 / PESSOAS E ACESSOS

Entrada em setores com acesso restrito

Monitore portas e circulação externa às áreas privativas, relacionando horário, autorização e responsável pelo setor.

04 / PORTAS E PORTÕES

Portas e portões abertos além do limite

Portão aberto, porta técnica fora da rotina ou passagem não confirmada entram na fila de validação da equipe.

05 / PREDADORES

Animais junto às cercas e aos galpões

Avalie alertas para cães soltos e outros possíveis predadores nas zonas monitoradas. Cada detecção precisa ser validada nas condições reais da granja.

06 / PONTOS RECORRENTES

A aproximação se repete no mesmo trecho?

Consulte locais e horários das ocorrências para orientar a inspeção de cercas, telas, portões e depósitos de ração.

BIOSSEGURANÇA COM GOVERNANÇA
REGRA EXPLÍCITAo sistema sabe o que procurar
ACESSO CONTROLADOcada perfil vê o necessário
VALIDAÇÃO HUMANAa equipe interpreta a evidência
TRILHA DE REVISÃOdecisão e responsável registrados

10 / Painel de gestão e indicadores

O indicador aponta.
A evidência explica.

Compare peso, ganho diário e consumo ao longo do ciclo do lote, junto dos alertas de ambiência e do tempo de resposta. Cada indicador identifica galpão, período e fonte dos dados para orientar manejo e manutenção.

Ilustração de três pessoas em uma central com gráficos e mapa de galpões nas telas
ACOMPANHAMENTO DA OPERAÇÃOMapa dos galpões.
Indicadores para comparar.
Central ilustrativa, não uma captura do produto
COSMO / VISÃO EXECUTIVAAlertas da rede · últimos 7 dias
DADOS ILUSTRATIVOS
TEMPO DE RESPOSTA6min18s

mediana entre evento e primeira ação

RECORRÊNCIAS14

condições repetidas que pedem análise

FONTES DISPONÍVEIS97%

câmeras, sensores e integrações online

EVENTOS ENCERRADOS82%

com motivo de encerramento registrado

RECORRÊNCIA POR CONDIÇÃOEXEMPLO
Ambiência fora da regraconcentração em 3 galpões
Consumo de água abaixo da curvamaior incidência no período quente
Acesso fora da rotinaeventos aguardando classificação
ONDE INVESTIGAR PRIMEIROPRIORIDADE
01
Galpão 04 · Ambiênciarecorrência e resposta acima da mediana
ABRIR
02
Galpão 09 · Ganho de pesoconferir pesagens e consumo do período
REVISAR
03
Unidade Norte · Fontes offlinedisponibilidade abaixo da regra
DETALHAR
INDICADORES QUE LEVAM A UMA DECISÃO Peso abaixo da meta, consumo em queda e atrasos no atendimento orientam decisões diferentes. Os indicadores mostram qual dado precisa ser investigado.
01 / CRESCIMENTO

Peso e ganho diário frente à meta

Compare pesagens e ganho médio diário por idade, com identificação da amostra e sinalização de dados insuficientes.

02 / UNIFORMIDADE

Distribuição dos pesos do lote

Consulte a dispersão e a proporção de aves na faixa definida, quando houver pesagens individuais representativas.

03 / CONSUMO E RESERVAS

Consumo do lote e próxima reposição

Compare fornecimento, nível dos silos e reserva de água. Consulte autonomia estimada e alertas de abastecimento por galpão.

04 / RESPOSTA E RECORRÊNCIA

Alertas repetidos e tempo até o atendimento

Encontre eventos sem resposta, falhas que retornam e atrasos por galpão, turno ou equipamento.

05 / COMPARAÇÃO ENTRE GALPÕES

Comparação entre lotes equivalentes

Considere idade, linhagem, sexo, condições de alojamento e qualidade das pesagens ao comparar os galpões.

06 / COBERTURA E HISTÓRICO

Fonte indisponível e registro incompleto

Identifique câmeras ou sensores sem comunicação e consulte a origem dos indicadores e dos atendimentos.

DO INDICADOR À ORIGEM
INDICADORresultado consolidado
→
GALPÃOunidade que explica
→
REGISTROpesagem, leitura ou evento
→
ORIGEMfonte e data da coleta

11 / Integrações e infraestrutura existente

Você já tem tecnologia.
A COSMO conecta o que hoje trabalha separado.

Conecte controladores, câmeras, balanças, medidores e cadastros do lote ao painel. O projeto parte dos sistemas existentes e avalia quais dados podem ser lidos e quais ações podem ser integradas em cada granja.

Ilustração de equipe técnica conferindo controladores, infraestrutura de rede e conexões de sensores
CONTROLADORES E CONEXÕESO projeto começa
no que já está instalado.
Cena ilustrativa de levantamento técnico
FONTES EXISTENTESENTRADA
CÂMERAS E NVRsvídeo, canais e disponibilidade
CONTROLADORES E GESTÃOlote, idade, parâmetros e metas
BALANÇAS E SENSORESpesagens, ambiência e consumo
ACESSO E AUTOMAÇÃOportas, comandos e dispositivos
→
COSMO Dados e alertas por galpão
01organiza os registros
02relaciona dados do lote
03aplica regras e permissões
04preserva evidências
→
DESTINOS DA RESPOSTASAÍDA
PAINEL COSMOunidade, galpão, evento e evidência
ALERTASresponsável, prioridade e escalonamento
CHAMADOSabertura, acompanhamento e retorno
APIs E RELATÓRIOSdados para fluxos autorizados
FORMAS DE CONEXÃO O inventário define o alcance do piloto e as lacunas de medição. Cada conexão precisa ter origem, responsável e atualização conhecidos.
01 / VÍDEO

Câmeras e gravações existentes

Verifique acesso aos canais, enquadramento e qualidade das imagens para as análises previstas no galpão.

02 / BALANÇAS E CONTROLADORES

Pesagens e parâmetros com identificação

Importe os registros disponíveis com data, galpão e lote. A conexão depende da interface oferecida pelo equipamento.

03 / SENSORES E ADAPTADORES

Temperatura, nível e pesagem integrados

Avalie sensores de temperatura e umidade, nível de reservatórios, pesagem de silos e medidores de água, conforme interfaces compatíveis.

04 / SISTEMAS E IMPORTAÇÕES

Cadastro e pesagens manuais aproveitados

APIs e importações autorizadas podem trazer idade, linhagem, metas, fornecimento de ração e pesagens registradas pela equipe.

05 / IDENTIDADE E PERMISSÕES

Acesso por unidade e responsabilidade

Defina quais granjas, dados e comandos cada equipe ou produtor integrado pode acessar.

06 / SAÚDE DAS INTEGRAÇÕES

Dados atrasados e conexão interrompida

Consulte a última atualização de cada fonte e identifique lacunas que comprometem a leitura do lote.

INTEGRAÇÃO POR ETAPAS
INVENTARIARmodelos, licenças e acessos
→
VALIDARcompatibilidade e segurança
→
CONECTARpiloto com fontes prioritárias
→
EXPANDIRnovas granjas, galpões e sistemas

12 / Implantação e projeto-piloto

Comece por um problema real.
Expanda pelo que for comprovado.

Escolha um galpão e uma prioridade: crescimento, temperatura, reservas ou predadores no perímetro. O piloto usa fontes e responsáveis da operação, com escopo, período de avaliação e critérios de sucesso acordados antes da ativação.

Ilustração de equipe instalando uma câmera e conferindo equipamentos junto ao galpão
INSTALAÇÃO E CONFERÊNCIACâmera posicionada.
Conexões verificadas em campo.
Cena ilustrativa; intervenções seguem o protocolo da granja
EXEMPLO DE PILOTOAcompanhar crescimento em um galpão
ILUSTRATIVO
UNIDADE E ÁREA Galpão-piloto · crescimento e peso equipamentos e responsáveis definidos no diagnóstico
CONDIÇÃO OBSERVADA Ganho de peso abaixo da meta para a idade período e referência definidos com a equipe técnica
FONTES CONECTADAS Câmera, pesagens e cadastro do lote somente integrações validadas no ambiente
RESPOSTA ESPERADA Conferir pesagens, consumo e ambiência responsável registra a investigação e a conclusão
No piloto de crescimento, a análise visual é comparada a pesagens de referência nas fases avaliadas. Metas e resultados são discutidos com o responsável técnico.
DO DIAGNÓSTICO À DECISÃO O piloto termina com dados de desempenho, limitações observadas e uma decisão conjunta sobre os próximos galpões.
01DIAGNÓSTICO

Definir o escopo e a referência

Mapeie galpão, idade do lote, fontes, restrições e critérios. Para crescimento, defina as pesagens de referência.

ENTREGA · escopo técnico e operacional
02CONEXÃO CONTROLADA

Conectar nas janelas combinadas

Acorde acessos e trabalho em campo com a granja e os fornecedores. Confira balanças, câmeras e sensores incluídos.

ENTREGA · fontes conectadas e testadas
03OPERAÇÃO ASSISTIDA

Conferir dados e ajustar os alertas

Acompanhe a qualidade das coletas, as estimativas e os eventos. Ajuste os parâmetros com quem atende o galpão.

ENTREGA · rotina validada com usuários
04DECISÃO

Avaliar e decidir a expansão

Compare o resultado aos critérios acordados. Documente limitações e decida se cabe ajustar, encerrar ou expandir.

ENTREGA · relatório e plano de evolução
O QUE PRECISAMOS DA SUA EQUIPE
  • Responsável pelo pilotopara decisões e validações
  • Acesso técnico autorizadoaos sistemas incluídos no escopo
  • Cadastro do lote e rotinaidade, metas e pesagens disponíveis
  • Critério de sucessoacordado antes do início
O QUE A COSMO ENTREGA
  • Desenho e configuraçãodo ambiente definido para o piloto
  • Integração e monitoramentodas fontes tecnicamente aprovadas
  • Treinamento e acompanhamentodurante a operação assistida
  • Evidências e conclusãopara uma decisão objetiva
ANTES DE EXPANDIR, VALIDAMOS
VIABILIDADEfontes e ambiente sustentam o projeto
QUALIDADEpesagens, estimativas e alertas conferidos
RESPOSTAequipe sabe receber, agir e registrar
GOVERNANÇAacessos, evidências e limites definidos
Ilustração de duas pessoas com tablet diante de uma unidade avícola ao pôr do sol

13 / Comece agora

Tire suas dúvidas.
Ou inicie seu projeto-piloto.

Converse pelo WhatsApp ou crie sua conta COSMO. No painel, informe a granja, os galpões, os lotes e os equipamentos disponíveis. Cadastre a prioridade e acompanhe a preparação e a evolução do seu piloto.

01Crie sua conta
02Cadastre a operação
03Defina o piloto
04Acompanhe pelo painel